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Ita Cunha MADRUGADOR

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Clip " Madrugador" do álbum Ita Cunha "do Interior".
Participação especial de Anomar Danúbio Vieira, seu Manuel e Nininho.
Com produção geral do Gustavo Brodinho.
Gravado na Cabanha 33 do proprietário Carlinhos Fernandes!
MADRUGADOR
Quando a manhã se rebolca no serenal do potrreiro,
Clareando o pago fronteiro; cacho atado a canta galo.
Se o dia vem de a cavalo, luzindo o aço da espora,
já me agarro campo a fora, de armada pronta pra um pealo.
Pelas rondas fogoneiras arusinei meu destino.
Fui assim desde menino sono escasso e madrudaga
E uma amplitude sagrada velando as noites serenas
Que refletiam minhas penas no espelho das alvoradas.
Sempre fui madrugador mateio antes do dia
pois quando o galo anuncia já ando até de tirador
Me acomodo no fiador donde a pátria não refuga
Deus ajuda quem madruga e eu tenho fé sim senhor.
Cheiro de garra e galpão, fogo de chão, yerba buena...
E a campera cantilena da cambona nos ”tição”.
Lá fora, rompe o clarão, da linda estrela boieira
Que trouxe a lua matreira, pra se banhar no lagoão.
Quem salta cedo do catre tem mais um ganho na lida
Se ajeita as coisas da vida com calma e tempo de sobra
Neste fundão se desdobra meio bicho, meio gente
Pra encarar o sol de frente tapiando o”foia de abobra”!
Participação especial de Anomar Danúbio Vieira, seu Manuel e Nininho.
Com produção geral do Gustavo Brodinho.
Gravado na Cabanha 33 do proprietário Carlinhos Fernandes!
MADRUGADOR
Quando a manhã se rebolca no serenal do potrreiro,
Clareando o pago fronteiro; cacho atado a canta galo.
Se o dia vem de a cavalo, luzindo o aço da espora,
já me agarro campo a fora, de armada pronta pra um pealo.
Pelas rondas fogoneiras arusinei meu destino.
Fui assim desde menino sono escasso e madrudaga
E uma amplitude sagrada velando as noites serenas
Que refletiam minhas penas no espelho das alvoradas.
Sempre fui madrugador mateio antes do dia
pois quando o galo anuncia já ando até de tirador
Me acomodo no fiador donde a pátria não refuga
Deus ajuda quem madruga e eu tenho fé sim senhor.
Cheiro de garra e galpão, fogo de chão, yerba buena...
E a campera cantilena da cambona nos ”tição”.
Lá fora, rompe o clarão, da linda estrela boieira
Que trouxe a lua matreira, pra se banhar no lagoão.
Quem salta cedo do catre tem mais um ganho na lida
Se ajeita as coisas da vida com calma e tempo de sobra
Neste fundão se desdobra meio bicho, meio gente
Pra encarar o sol de frente tapiando o”foia de abobra”!
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