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Adoção e meu processo de adoção e colocação na fila da adoção, minha numeração hoje! meu perfil.
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Agência Brasil explica: como é o processo de adoção no país
Brasil tem atualmente 4,9 mil crianças e adolescentes para a adoção
Publicado em 24/02/2020 - 07:12 Por Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil - Brasília
O Brasil tem atualmente 4,9 mil crianças e adolescentes para a adoção. A legislação brasileira define critérios para que pessoas interessadas adotem. Cada estado apresenta sua especificidade no processo, mas alguns pontos são comuns.
Op rimeiro passo para quem quer adotar é procurar a Vara de Infância e Juventude (VIJ) da sua região. Lá, a pessoa obterá informações específicas sobre o processo na sua comarca. Além disso, apresentará uma lista de documentos, como cópia dos documentos pessoais – CPF, identidade, certidão de casamento ou união estável (se for o caso) –, comprovante de residência, comprovante de bons antecedentes criminais e atestado de saúde física e mental.
Após protocolar a inscrição, a pessoa – ou casal – deve participar de um curso de preparação psicossocial e jurídica voltada para adoção. Nesse curso, os candidatos a adotantes adquirem uma noção mais ampla da importância da preparação emocional de toda a família e de todas as mudanças que virão com a chegada de um novo integrante.
Após o curso, a pessoa se submete a uma entrevista com psicólogos e assistentes sociais que assessoram o juiz da Infância e Juventude. Essa entrevista é feita para que o juiz, através de seus assessores, conheça melhor aquela família e as relações que são vivenciadas por ela. É também nessa etapa que os postulantes à adoção especificam o perfil de jovem que querem adotar.
O juiz será o responsável por aprovar ou não o nome daquela pessoa ou casal como candidatos a adotar uma criança ou adolescente. Em caso de aprovação do juiz, o nome da pessoa é incluído no Sistema de Adoção local e nacional. Ela poderá acolher uma criança tanto da comarca de seu domicílio como também em outras comarcas.
Adotar uma criança, no entanto, é uma tarefa mais complexa do que um simples passo a passo. Envolve a mudança na vida e na rotina de várias pessoas e, principalmente, o bem-estar de uma criança que, muitas vezes, vem de um lar turbulento, com um passado de violações aos seus direitos, e precisa de um novo e amoroso lar para retomar sua história.
Confira a entrevista que a Agência Brasil fez com o Supervisor de Adoção da Vara da Infância e Juventude do Distrito Federal, Walter Gomes:
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Meu nome é Sandra Santos, sou de Santa Luzia, Minas Gerais.
Meu canal inicialmente foi criado para falar vários temas, mas não deu certo!
Hoje falo sobre adoção em todos os sentidos, intimo e geral., por isso o meu nome Sandra Santos gerando no coração, por ser uma grávidez no coração mesmo.
Eu e meu marido somos pais que geram no coração, uma gestação demorada e cheia de ansiedade, estresse e como disse: bem demorada!
Entramos com pedido para adoção em Maio de 2016 e fomos habilitados em Fevereiro de 2018, e até o presente momento o nosso telefone não tocou, infelismente.
inscreva-se, compartilhe e ative o sininho.
me segue lá no
instagram e facebook: sandrazeferinosantos
Brasil tem atualmente 4,9 mil crianças e adolescentes para a adoção
Publicado em 24/02/2020 - 07:12 Por Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil - Brasília
O Brasil tem atualmente 4,9 mil crianças e adolescentes para a adoção. A legislação brasileira define critérios para que pessoas interessadas adotem. Cada estado apresenta sua especificidade no processo, mas alguns pontos são comuns.
Op rimeiro passo para quem quer adotar é procurar a Vara de Infância e Juventude (VIJ) da sua região. Lá, a pessoa obterá informações específicas sobre o processo na sua comarca. Além disso, apresentará uma lista de documentos, como cópia dos documentos pessoais – CPF, identidade, certidão de casamento ou união estável (se for o caso) –, comprovante de residência, comprovante de bons antecedentes criminais e atestado de saúde física e mental.
Após protocolar a inscrição, a pessoa – ou casal – deve participar de um curso de preparação psicossocial e jurídica voltada para adoção. Nesse curso, os candidatos a adotantes adquirem uma noção mais ampla da importância da preparação emocional de toda a família e de todas as mudanças que virão com a chegada de um novo integrante.
Após o curso, a pessoa se submete a uma entrevista com psicólogos e assistentes sociais que assessoram o juiz da Infância e Juventude. Essa entrevista é feita para que o juiz, através de seus assessores, conheça melhor aquela família e as relações que são vivenciadas por ela. É também nessa etapa que os postulantes à adoção especificam o perfil de jovem que querem adotar.
O juiz será o responsável por aprovar ou não o nome daquela pessoa ou casal como candidatos a adotar uma criança ou adolescente. Em caso de aprovação do juiz, o nome da pessoa é incluído no Sistema de Adoção local e nacional. Ela poderá acolher uma criança tanto da comarca de seu domicílio como também em outras comarcas.
Adotar uma criança, no entanto, é uma tarefa mais complexa do que um simples passo a passo. Envolve a mudança na vida e na rotina de várias pessoas e, principalmente, o bem-estar de uma criança que, muitas vezes, vem de um lar turbulento, com um passado de violações aos seus direitos, e precisa de um novo e amoroso lar para retomar sua história.
Confira a entrevista que a Agência Brasil fez com o Supervisor de Adoção da Vara da Infância e Juventude do Distrito Federal, Walter Gomes:
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Meu nome é Sandra Santos, sou de Santa Luzia, Minas Gerais.
Meu canal inicialmente foi criado para falar vários temas, mas não deu certo!
Hoje falo sobre adoção em todos os sentidos, intimo e geral., por isso o meu nome Sandra Santos gerando no coração, por ser uma grávidez no coração mesmo.
Eu e meu marido somos pais que geram no coração, uma gestação demorada e cheia de ansiedade, estresse e como disse: bem demorada!
Entramos com pedido para adoção em Maio de 2016 e fomos habilitados em Fevereiro de 2018, e até o presente momento o nosso telefone não tocou, infelismente.
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